
"E todos trafegam constantes, no asfalto sonâmbulo desta cidade dormente. Voltar ao lar não quisto, por sentimentos errôneos; tarefa árdua. Balbuciar frases prontas e tornar viril a mentira feita de massinha de modelar. Espiar as íris andantes, cheias de sujeitos e vidas, cada qual com seu copo de arnica, e a coragem perversa ao esperar que o próximo sol nasça. Banalizar cada segundo pródigo. Despir as notas dos sonetos notórios, corrompendo beleza em tudo que há de vazio."
Christine
-O Devir dela-
(Thaís Arnaut)







