
"Já era Azul e seu corpo pesava. Seus beijos já eram todos desmaiados.
-Quando dormimos você me abraça?
- Claro. E sorriu escapado pelos dentes. Sorriu pensando em sua lubricidade, e naquela menina de odores robustos e latentes. Naquele colo largo, que tanto desejava afundar seus motivos.De como iria espremê-la entre os braços, pela noite, e explodir feito balão; vazando pelas beiras, escorregando vontades. Ah, pelo sexo não findo. Ah, pelo abraço,...Sim, pelo abraço".
O Devir de Christine
- Claro. E sorriu escapado pelos dentes. Sorriu pensando em sua lubricidade, e naquela menina de odores robustos e latentes. Naquele colo largo, que tanto desejava afundar seus motivos.De como iria espremê-la entre os braços, pela noite, e explodir feito balão; vazando pelas beiras, escorregando vontades. Ah, pelo sexo não findo. Ah, pelo abraço,...Sim, pelo abraço".
O Devir de Christine

3 comentários:
lindo... beijo desmaiado!
Me trouxe uma imagem tão feminina... amor de mulher, entre mulheres.
É lindo!
ah!
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