
"Aquela sensação salgada na boca do estômago, que espinhisa a alma em montanha russa. Iniciava e reiniciava cada pensamento, para que eles não progredissem, para que eles não germinassem, convencendo-se de que corria perigo. O perigo de valer-se em mais de uma alma; o perigo de depender-lhe como tubo de oxigênio. Afogada, mais uma vez, em vapores e confetes."

Um comentário:
e o sal quando não cura
mas das águas puras
tomamos banho ali
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